Segundo o dicionário Houaiss, “pururuca” seria um alterônimo de “pororoca”, palavra de origem Tupi que significa “milho quebradiço” e, por extensão, dá nome à pele de porco que pipocou (estourou), tornando-se crespa e crocante.


Circulam por aí várias receitas para fazer a ideal “pururucada”. Indicação razoável é aproximar o leitão assado de um braseiro forte e competente, como fazia Vô Abelard (avô de Luiz Ney) na velha fazenda da família em Capela Nova.


Mas, além do seu sabor incomparável, o Leitão do Luiz ganhou fama, como a verdadeira pururuca de Tiradentes, graças à tecnologia exclusiva desenvolvida pelo chef: um bastão de cerâmica aquecido a 800 graus centígrados, que faz a pele pipocar num passe de mágica. O resultado é um pitéu.